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O presépio

A palavra presépio vem do latim praesepium, que significa “manjedoura”. E a história começa quando: Quinze dias antes do Natal, Francisco chamou João, um homem daquela terra, para lhe pedir que o ajudasse a concretizar um desejo: “Quero representar o Menino nascido em Belém, para de algum modo ver com os olhos do corpo os incómodos que Ele padeceu”. E no dia 25 de dezembro de 1223, chegaram a Greccio muitos frades, e também homens e mulheres das casas da região, trazendo flores e tochas para iluminar aquela noite santa num lugar designado. Francisco, ao chegar, encontrou a manjedoura com palha, o boi e o burro. “Assim nasce a nossa tradição: todos à volta da gruta e repletos de alegria, sem qualquer distância entre o acontecimento que se realiza e as pessoas que participam no mistério”, escreve o Papa. “Com a simplicidade daquele sinal, São Francisco realizou uma grande obra de evangelização.”

Para p Papa Francisco, armar o Presépio em nossas casas, nos centros sociais e em outros espaços da cidade e dos campos ajuda a reviver a história que aconteceu em Belém. Imaginando as cenas, estimulam-se os afetos e nos sentimos envolvidos na história da salvação. Por esta tradição e pelo amor a Jesus e ao pobres Maria José Dalamatta ofereceu à Casa de Nazaré o material e o sua mão de obra para montar este belíssimo presépio

Mas não para aí. Apesar da pandemia e deste longo período de reclusão a festa de Natal da Casa de Nazaré vai acontecer. Maria José Dalamatta juntamente com irmã Izabel Maia Galvão e sua equipe, estão organizando para no dia da festa tudo ocorrer bem, com distanciamento social necessário com as condições de higiene e limpeza adequadas, com as crianças e adolescentes com suas máscaras, tudo nos conforme vão celebrar o Natal de Jesus, de Maria e de José na Casa de Nazaré, ao redor deste belíssimo presépio.

Por: Irmã Izabel Maia Galvão, presidente da Casa de Nazaré

Por guardiadahistoria

Sou Mulher, brasileira, solteira, professora, religiosa consagrada (Católica) Antropóloga e Historiadora. Nasci quando o Brasil estava em estado de sítio, antes de completar 2 meses houve o golpe militar. Apesar de minha rebeldia, escapei do olhos, da prisão e da tortura e sobrevivi ilesa

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